Direitos da mulher


09 Mar

Aos poucos percebemos que muito do que se vivia no passado, felizmente ou infelizmente, não serve mais para o presente.  

É como o ditado: “Precisamos deixar de lado as roupas (atitudes), que já não nos cabem mais”. 

Você que está lendo, pode dizer: “Ah, mas na minha época as coisas não eram assim.” A cada vez que pronunciamos isso, devemos analisar se realmente a “tal” situação era da forma como você a via. Ou se, a nova forma, a que acontece agora, não é por si, a evolução para melhor, de como as coisas não deveriam ter sido. E, foi exatamente por isso, que teve que mudar. É claro que isso causa desconforto, porquê mudança, é sair da zona de conforto.  

Talvez, dentro da sua particular história de vida, você não tenha passado por uma situação chata, específica às condições de gêneros, mas isso não isenta outras pessoas da sociedade de terem passado por esse tipo de problema.  

Falar e dialogar sobre algo que você não viveu, mas enxerga que existe em grande escala no mundo, se chama EMPATIA.  

No dia 8 de março é comemorado o dia internacional da mulher. Eu espero que a essa altura, você saiba o que aconteceu no passado, para que fosse designado um dia só para este fim.  

Um assunto que gera desconforto em muitas pessoas é o feminismo. Que cresce de diversas formas. Mesmo as mais extremas, mas com o intuito de a cada vez mais, buscar a igualdade de gêneros. 

Vivemos numa era em que, mais do que nunca, a linguagem está viva. Direcionamos significados particulares às palavras que lemos ou ouvimos, sem se ater a etimologia dela.  

Também vivemos numa era, em que temos abundante acesso sobre tudo o que ocorre no mundo, mas não damos importância às coisas que ocorrem em nosso bairro, nas escolas públicas (já que meu filho não está lá), na nossa vizinhança ou mesmo em nossos lares e famílias.  

E o que tudo isso, tem a ver com o dia 8n de Março, com o dia da mulher? 

As mulheres estão mudando, e com elas o mundo. Independente das crenças de cada pessoa, elas não se adaptam aos padrões. Estão a cada dia, escolhendo por si, caminhos que sempre quiseram, mas sempre se reprimiram. E eu não estou falando de liberdade sexual (apenas). Me refiro muito à sua expansão aos cargos de lideranças. Afinal, quem melhor do que uma mãe, administradora do lar (com todo o respeito e admiração, pois não é fácil), para administrar pessoas, coordenações, projetos empresas e governos? 

Se antes, a função de uma mulher era vista apenas em torno de um lar, cuidando de seus maridos, pois assim, sempre se afirmou, que toda mulher nasce para ser mãe. Digo que isso, pode sim, ser uma verdade. Nossa capacidade maternal, nos capacita para cuidar, criar e gestar qualquer atividade que seja, com a exclusividade que uma mãe leoa dá ao filhote, ela dá a uma tarefa profissional a ser executada. 

Queremos sim, continuar ganhando flores. Mas somente depois que nossas decisões, opiniões e espaços serem respeitados.  

Confira ao vídeo, um bate papo sobreo sobre um assunto sério, que tento acontece ao nosso redor, mas que ainda teimamos em não enxergar ou a ignorar.  

A Drª Luana Guimarães, nos conta com propriedade, quantas mulheres ainda sofrem abusos e violências, dentro de seus próprios lares, e não percebemos ou não nos atentamos a ouvir na essência, quando uma amiga passa por algo do tipo. 



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